Começamos o ano parecendo muito chiques e cultos: pela manhã, Concerto da Orquestra Filarmônica de Viena, retransmitido numa tela gigante na praça principal.

Passamos a tarde caminhando por lugares grandiosos da cidade: parques, palácios, Parlamento, museus. Todos lindos e impressionantes. Quase musicais.

E, como nosso turismo tem uma parcela assumidamente gastronômica, fomos conhecer a Torta Sacher, a mais famosa de Viena. Sem exageros: 1 hora na fila do restaurante.

A torta? Bem nhé pelos 5 euros que custou. A cobertura parece Toddy Falsinho diluído na água fria. Por dentro é bolo com recheio escasso. Blargh. Decepcionante.

Dali voamos para o MUMOK, Museu de Arte Contemporânea. Bem interessante. Eles tem bastante coisa de Andy Warhol e Lichtenstein, tipo Pop Art. Também curtimos o Hiper Realismo. Pinturas quase fotos.

Rolou ainda uma tentativa de ir conhecer os lendários bares/adegas que produzem seus próprios vinhos, num bairro afastado de Viena. Meia hora de trem, mais uns 35 minutos de busão, para pegar outro ônibus que nos levaria até lá. Sim, levaria. Perdemos o último e tivemos que, com a barriga roncando, fazer o trajeto de volta e procurar um canto para comer.

Administramos a frustração e achamos um pub delicioso, onde provamos o típico Wiener Schnitzel, bife à milanesa com batatas. Come bem, esse povo.

Ah! Como não poderia deixar de ser, andei tirando fotos de algumas tendências. Todas Skavuska, bem Skavuska. Estão lá no Orkut.

Caminhada básica de volta para o albergue e zzzzz: exaustão.